Equipamentos de segurança

Não é impossível, mas é difícil terminar uma trilha sem levar pelo menos um tombo ou então ser atingido por galhos de árvores, pedras, etc. Estas situações podem provocar contusões em alguma parte do corpo e estragar a brincadeira, por isso, um piloto completamente equipado fica mais protegido e adquire uma maior segurança e confiança para uma pilotagem mais tranqüila.
“NUNCA ANDE SEM OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO, POR MENOR OU MAIS FÁCIL QUE SEJA O PERCURSO”.
Capacete: é o componente mais importante, justamente porque protege um órgão vital que é a cabeça. Preferencialmente devem ser integrais com a queixeira fixa, entradas de ar e pala para proteção contra o sol;
Protetor de pescoço: Em trilhas mais fechadas é um fato comum os arranhões provocados por cipós, bambus, galhos de árvores, etc. Em casos mais graves podem acontecer cortes e hematomas. O protetor de pescoço visa justamente proteger esta parte do corpo que fica desprotegida entre o capacete e o colete. Os protetores mais modernos ajudam na proteção contra lesões na coluna cervical;
Óculos: servem para proteção dos olhos e parte do rosto. É comum nas trilhas o arremesso de pedras, pedaços de madeira e lama pela moto que está na frente. Muitas vezes estes objetos se tornam verdadeiros mísseis e podem ferir gravemente quem for atingido. Outro fato comum são os galhos de árvores e outras plantas. Não é preciso comentar sobre os danos que podem causar se atingirem os olhos ou o rosto. Por tudo isso a importância de um bom óculos de proteção é imprescindível;
Observação: os óculos de segurança utilizados na indústria não são indicados pois são duros e quebradiços e não protegem adequadamente a face e os olhos;
Colete: Os bons coletes protegem o tórax, as costas, a coluna e os ombros. É bastante útil porque:
a) protege o corpo contra as pedras, pedaços de madeira e lama arremessados pela moto da frente;
b) protege o corpo em eventuais colisões com galhos de árvores ou mesmo arames de uma cerca ou porteira;
c) protege o tórax, as costas e a coluna no caso de um tombo;
Camisa: deve ser de manga longa e confeccionada com materiais que permitam a transpiração. Pode ser utilizada por cima ou por baixo do colete. Há uma oferta bastante grande de marcas e modelos nas lojas do ramo;
Cotoveleiras: as cotoveleiras devem ser ajustadas firmemente para não saírem do lugar quando se estiver andando. Se estiverem frouxas, com certeza sairão da sua posição e não cumprirão sua função. Hoje já existem coletes no mercado que trazem as cotoveleiras incorporadas ao conjunto;
Luvas: são imprescindíveis para proteger as mãos de pedras, galhos, espinhos e em tombos. Diminui também a formação de calos e as machucaduras ocasionadas pela fricção da pele nas manoplas do guidão. Devem ser resistentes, confortáveis e não podem dificultar os movimentos;
Cinta abdominal: utilizada na altura da cintura, ajuda a manter a coluna reta e os órgãos internos bem firmes, diminuindo o cansaço e o desconforto quando se passa por erosões, buracos e pedras que muitas vezes, mesmo com o trabalho das suspensões, transmitem grandes impactos ao corpo;
Calça: Normalmente a calça é composta por duas camadas de tecido; por fora é nylon ou outro tecido resistente e por dentro tecido macio e ventilado para deslizar e não grudar nas pernas. Deve secar rapidamente, mesmo que se passe por rios ou atoleiros;
Joelheiras: normalmente são usadas por dentro da calça. São indispensáveis justamente porque os joelhos costumam ser alvos de sérias contusões de difícil recuperação. As mais simples protegem contra impactos frontais e existem as joelheiras especiais (articuladas) cuja função é não deixar o joelho dobrar para os lados, sendo portanto as mais indicadas apesar da grande diferença de preço;
Atenção: muitas joelheiras possuem um material que causa bastante atrito com a pele a ponto de fazer o piloto ter parar e tirá-la para poder continuar. Por isso é importante que se use uma meia até a altura das coxas ou uma calça mais fina e as joelheiras sobre elas;
Meias: normalmente são utilizadas meias reforçadas e resistentes que chegam à altura dos joelhos e ajudam a proteger a pele do atrito com as joelheiras;
Botas: a bota é um equipamento imprescindível para a prática de trilhas. Jamais vá para a trilha sem elas. Os pés e os tornozelos normalmente são “bombardeados” por pedras, pedaços de madeira, terra, lama. Além disso, eles servem de auxílio em manobras mais radicais ou quando se está prestes a levar um tombo; neste caso servem como apoio para que se tente corrigir a situação ou como proteção se o tombo for inevitável e a moto cair em cima;
A melhor recomendação é não economizar na hora de escolher as botas. Uma boa bota é fabricada com materiais que permitem uma boa movimentação dos pés, tem proteção nos tornozelos, biqueira de metal e impedem que os pés sofram torções laterais;
É comum encontrar trilheiros novatos andando com botas de montanhismo ou coturnos. Apesar de resistentes, não cumprem a função de forma adequada para a prática de trilhas com motos;
Bolsa de hidratação. A desidratação pode trazer sérios problemas por isso nunca vá para a trilha sem água. O calor, o esforço excessivo, a fadiga provocam muita sede e ficar sem água nesta hora além de desconfortável é perigoso.;
Ferramentas. A falta de um mínimo de ferramentas pode trazer sérios transtornos. Veja tópico específico sobre o assunto nesta seção.
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